Restaurante Paulo's Marisqueira

Categoria: Almeirim

Restaurante Paulo’s Marisqueira

Restaurante Paulo’s Marisqueira

O Paulo’s é uma Marisqueira em Almeirim, esta nasceu de um projeto dos seus fundadores, Paulo e Celeste Calmeiro, com o objetivo de difundir o serviço de “bom marisco”, um pouco pelo nosso pais.
Já estabelecidos em tomar, na Marisqueira “Sereia do Nabão” e visitantes regulares e apreciadores dos sabores locais, quiseram acrescentar à cidade uma outra opção às já existentes no conselho. Assim, a 1 de Agosto de 1997 abre a Marisqueira Paulo’s.

O Paulo’s prima pela cuidadosa escolha de produtores e produtos para a elaboração dos seus pratos , dando primazia aos sabores da época e aos produtos da região. Inserido no Ribatejo, o Paulo’s proporciona aos seus clientes uma viagem pelos sabores regionais emergentes da boa cozinha portuguesa.
Ao visitar o Paulo’s encontrará aquários de Marisco Vivo, Peixe Fresco e Carne de Qualidade. Uma ementa bem apaladada para apreciadores de Terra e Mar, diariamente complementada com a “Sugestão do Dia”.

Como Especialidades temos a variedade de Mariscos e a sua deliciosa Sopa de Pedra. Não fugindo às suas raízes, na ementa de sobremesa temos a doce Fatia de Tomar.
Na escolha de vinhos a carta conta com uma delicada seleção, para acompanhar bem qualquer prato da casa, destacando-se os vinhos da região demarcada do Tejo.
O Paulo’s tem um ambiente familiar e uma simpatia própria de acolher quem o visita!


TIPO DE COZINHA:

Marisqueira e cozinha tradicional portuguesa.

ENTRADAS:

nas entradas avultam presunto, queijo da serra, paio, amêijoas e camarão cozido.

PRINCIPAIS PRATOS:

Sopa da pedra (servida diariamente), arroz ou açorda de marisco, cherne grelhado ou de cataplana, ensopado de enguias ou enguias fritas, sável frito acompanhado de açorda, costeletas de borrego ou de vitela, bifes da vazia e do lombo.

Almeirim

Almeirim

Almeirim tem fama pela sua tradicional Sopa da Pedra e no seu pão regional, no entanto, estes não são os únicos encantos desta linda cidade.

Outros factores em que dá cartas é a sua produção vinícola, que só na “Quinta da Alorna” ronda os 1 500 000 litros/ano, a sua produção fruitícula, cujo rei é o famoso Melão de Almeirim, e a produção agrofruiticulas, que em parte é transformada, nas industrias locais, como a “Sumol + Compal”.

Ao nível de indústria de Calçado e têxtil também tem prestigio, com a “Casa das Botas” de Almeirim.

E quando aqui passar, não perca a oportunidade de um cesto levar.

Em Almeirim existem escolas e associações que se dedicam à prática desportiva, bem como o ensino aplicado a determinados desportos, entre eles hipismo, futebol, artes marciais. A associação “20km de Almeirim” que anualmente realiza em outubro a sua emblemática prova, é uma destas associações.

Almeirim está equipada com piscinas municipais, pavilhão gimnodesportivo que é muito utilizado na prática de Hockey em patins, Campo de Ténis e Campo de Petanca.

LOCAIS DE INTERESSE EM Almeirim:
Museu municipal
Praça de Touros
Parque da zona norte
Parque dos charquinhos
Rota dos Vinhos
Galeria Municipal
Quinta da Alorna
Quinta da Lagoalva
Portico os Paços Negros

Costumes e artesanato:
os crivos, tanoaria e latoaria são os tipos de artesanato com maior expressão nesta cidade, nomeadamente: Brinquedos de madeira, Botas e botins, Cestaria, Colheres de Pau, Ferro forjado, trabalhos de pintura, talha, tapeçaria manual

Fonte: Camera Municipal de Almeirim

A lenda da sopa de pedra de Almeirim

A lenda da sopa de pedra de Almeirim

Tal como quase todos os costumes, tradições e também gastronomia regional, a Sopa da Pedra tem uma lenda associada…

Um frade andava no peditório. Chegou à porta de um lavrador, não lhe quiseram aí dar esmola. O frade estava a cair com fome, e disse:

– Vou ver se faço um caldinho de pedra!

E pegou numa pedra do chão, sacudiu-lhe a terra e pôs-se a olhar para ela, para ver se era boa para fazer um caldo. A gente da casa pôs-se a rir do frade e daquela lembrança.

Perguntou o frade :
– Então nunca comeram caldo de pedra? Só lhes digo que é uma coisa boa.

Responderam-lhe :
– Sempre queremos ver isso!

Foi o que o frade quis ouvir. Depois de ter lavado a pedra, pediu :
– Se me emprestassem aí um pucarinho.

Deram-lhe uma panela de barro. Ele encheu-a de água e deitou-lhe a pedra dentro.
– Agora, se me deixassem estar a panelinha aí ao pé das brasas.

Deixaram. Assim que a panela começou a chiar, tornou ele :
– Com um bocadinho de unto, é que o caldo ficava um primor!

Foram-lhe buscar um pedaço de unto. Ferveu, ferveu, e a gente da casa pasmada pelo que via. Dizia o frade, provando o caldo :
– Está um bocadinho insosso. Bem precisava de uma pedrinha de sal.

Também lhe deram o sal. Temperou, provou e afirmou :
– Agora é que, com uns olhinhos de couve o caldo ficava que até os anjos o comeriam!

A dona da casa foi à horta e trouxe-lhe duas couves tenras.
O frade limpou-as e ripou-as com os dedos, deitando as folhas na panela.

Quando os olhos já estavam aferventados, disse o frade :
– Ai, um naquinho de chouriço é que lhe dava uma graça.

Trouxeram-lhe um pedaço de chouriço. Ele botou-o à panela e, enquanto se cozia, tirou do alforje pão e arranjou-se para comer com vagar. O caldo cheirava que era uma regalo. Comeu e lambeu o beiço. Depois de despejada a panela, ficou a pedra no fundo. A gente da casa, que estava com os olhos nele, perguntou:
– Ó senhor frade, então a pedra?

Respondeu o frade :
– A pedra lavo-a e levo-a comigo para outra vez.

(Lenda retirada na integra da página web do município de Almeirim)